Gerenciamento de riscos: como lidar com as incertezas?

Saiba como desenvolver um gerenciamento de riscos efetivo para evitar prejuízos e incertezas no seu negócio
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Dentre os desafios diários que uma empresa enfrenta, existem riscos internos e externos que podem trazer instabilidades e incertezas. Antecipar-se aos possíveis obstáculos e conseguir agir de forma estratégica é possível com um gerenciamento de riscos. 

Um bom gerenciamento de riscos ajuda você a estar preparado para resolver as mais adversas situações, possibilitando, até mesmo, novas oportunidades para o negócio. Neste post, saiba a importância de ter um plano de gestão de risco estruturado e conheça as etapas para desenvolver o seu.

O que é gerenciamento de riscos? 

Trata-se de um conjunto de atividades e processos que visa identificar, gerenciar e controlar eventos considerados potenciais ameaças e/ou oportunidades que podem afetar diretamente a empresa.

O principal objetivo do gerenciamento de riscos é manter a organização dentro do seu plano estratégico inicial. Ainda, estimular um comportamento dinâmico para que as ações sejam tomadas de imediato, conforme as alterações de cenário, evitando possíveis prejuízos que a empresa possa ter diante de algumas situações.

Em um mundo que muitas vezes se demonstra instável, as incertezas podem gerar riscos tanto quanto oportunidades. Nesse sentido, estar com o plano de gerenciamento preparado ajuda o administrador a tratar cada situação individualmente e maximizar as oportunidades do seu negócio. 

Vale ressaltar que a empresa que faz o controle de risco do seu negócio tem muito mais credibilidade e segurança perante clientes e parceiros.

Por que é importante fazer gerenciamento de riscos?

O objetivo final do gerenciamento de riscos é a melhoria constante dos processos internos e deve estar sempre alinhado ao planejamento macro da empresa. Conforme a norma da ABNT NBR ISO 31000:2009, quando implementada e mantida de acordo, a gestão dos riscos traz diversos benefícios a uma organização, como:

  • aumentar a probabilidade de atingir os objetivos;
  • encorajar uma gestão proativa;
  • estar atento à necessidade de identificar e tratar os riscos por toda a organização;
  • melhorar a identificação de oportunidades e ameaças;
  • atender às normas internacionais e requisitos legais e regulatórios pertinentes;
  • melhorar o reporte das informações financeiras e a governança;
  • estabelecer uma base confiável para a tomada de decisão e o planejamento;
  • melhorar os controles, a eficiência operacional e a aprendizagem;
  • alocar e utilizar eficazmente os recursos para o tratamento de riscos;
  • melhorar o desempenho em saúde e segurança, bem como a proteção do meio ambiente;
  • melhorar a prevenção de perdas e a gestão de incidentes;
  • minimizar perdas;
  • aumentar a resiliência da organização.
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6 etapas fundamentais para a gestão de risco

Para estabelecer uma política eficiente de gerenciamento de riscos, não basta apenas identificar os cenários, é preciso se preocupar e seguir algumas etapas para que o planejamento seja o mais eficaz possível. Confira etapas importantes desse processo.

1. Faça um diagnóstico da sua empresa

Para saber exatamente onde começar em um momento de risco, faça um diagnóstico geral para entender a situação atual em que sua empresa se encontra. Assim, terá uma melhor dimensão de quais são os danos que os possíveis problemas da crise podem trazer. 

Além disso, é importante entender também quais são as vantagens que sua empresa tem diante desse cenário. Uma boa ferramenta que pode ajudar a identificar todos esses pontos é a análise SWOT

2. Identifique os problemas 

Descubra, reconheça e descreva todos os eventos que podem afetar sua empresa e impedir que seu planejamento estratégico dê certo. Lembre-se que toda sua equipe pode participar desse momento e compartilhar aprendizados. Com isso, você também consegue promover a comunicação interna e engajar todo o seu time em benefício da empresa.

3. Obtenha uma análise 

Após identificado, faça uma boa análise de risco e determine a probabilidade de acontecer e qual o impacto que ele pode gerar. Esse momento é importante para decidir qual trabalho será priorizado e para onde o foco será direcionado.

4. Classifique os riscos

Nem todo tipo de risco é igual e deve ser tratado da mesma forma. Então, avalie cada tipo de risco e defina um plano de contingência. Ainda, crie estratégias e desenhe uma saída preventiva para cada um deles.

Riscos internos

Esses são os riscos ligados diretamente aos processos e à estruturação da empresa. Esse tipo de risco pode ser avaliado e, muitas vezes, até previsto. Isso traz o controle para as mãos da organização, que estará preparada para agir quando necessário.  

Riscos externos

Trata-se de riscos que estão completamente fora do controle da empresa, por exemplo, cenários políticos, socioeconômicos, crises de saúde pública, inflação, dentre outras situações. 

5. Monte um plano de ação

Após toda essa fase de identificação, é importante para o planejamento elaborar um plano de ação consistente, que vai ajudar você a entender qual o primeiro passo a ser dado. Esse plano de ação precisa conter todas as etapas de como o problema será resolvido, assim como os possíveis responsáveis pela execução. 

6. Faça um monitoramento

Por fim, monitore os resultados com os indicadores definidos no planejamento da sua gestão de risco. Para isso, você pode contar com a ajuda de um sistema integrado para gestão. Ele vai ajudar a realizar um monitoramento constante, garantindo que suas ações tenham o resultado esperado. 

Gerenciamento de riscos sem falhas 

O gerenciamento de riscos deve ser prioridade no seu negócio. Isso porque é por meio dele que as decisões mais difíceis da sua empresa serão tomadas, de forma segura, evitando prejuízo e situações extremas.

Para ir além no desenvolvimento de uma rotina mais segura, use a tecnologia a seu favor. O ERP Omie tem tudo o que a sua empresa precisa para criar um plano de gestão de riscos sem falhas, diminuindo de modo considerável a vulnerabilidade em relação ao mercado.

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