5 dicas de como montar uma loja virtual e a importância de um CRM

Aprenda o passo a passo para montar uma loja virtual lucrativa com estratégia e planejamento.
Navegação Rápida
Navegação Rápida

O mercado de e-commerce no Brasil está em alta, tanto para quem busca comodidade para realizar compras online quanto para quem busca saber como montar uma loja virtual. O Brasil está entre os 10 países com maior projeção de crescimento do comércio digital e com recorde de faturamento de bilhões de reais.

É um empreendedor e quer colocar o seu negócio no comércio digital? Neste artigo vamos abordar como montar uma loja virtual e a importância de um sistema ERP para impulsionar as vendas. Continue a leitura!

Desenhe uma estratégia de negócios

A primeira etapa para montar sua loja virtual é definir a estratégia de negócio, ou seja, realizar o plano de negócios com os detalhes do tipo de e-commerce, escolha da plataforma, fornecedores, recursos humanos, financeiros e outros.

Na escolha do tipo de e-commerce, pode-se optar por dropshipping, private labeling, produto próprio, marketing de afiliado, white label.

Dropshipping

No dropshipping, o empreendedor tem o e-commerce para vender marcas diversas que são produzidas e estocadas por terceiros. Quando a compra é efetuada, o empreendedor recebe o pagamento e a entrega é feita diretamente do fornecedor para o cliente, o que reduz bastante os custos de manutenção do negócio.

Private labeling

Para quem opta por produzir e vender mercadoria própria há duas opções: o empresário financiar todo o processo produtivo até a entrega ao cliente ou o private labeling. O private labeling é a terceirização de até 100% da produção, mas a ideia do produto e as vendas da marca são do empresário. Na primeira situação, o custo é bem alto e exige um capital de investimento maior, na segunda, o negócio fica mais viável com um custo menor.

No marketing de afiliados, pode-se ter uma loja virtual exclusiva dentro do domínio de uma marca renomada, como Amazon, Magazine Luiza. O afiliado tem um link exclusivo onde as vendas realizadas geram uma comissão de vendas. Esse modelo exige um baixo investimento na divulgação do link e pega carona na credibilidade de uma marca já conhecida.

White label

O white label é uma prática comum no ramo de encapsulados: as famosas vitaminas e suplementos alimentares. Uma indústria fabrica vários produtos, mas não usa marca própria e sim a marca de outra empresa que irá vender no próprio e-commerce.

É parte da estratégia de negócios do e-commerce conseguir conhecer o seu consumidor e ter um contato próximo com ele através de mensagens diretas das redes sociais. Além disso, você pode fazer uma pesquisa de benchmarking para entender quais são as ações que os seus concorrentes fazem.

Observe os comentários, as dúvidas, os produtos e faça uma análise detalhada de todos os hábitos de compra. Porém, lembre-se de não repetir o seu concorrente, apenas busque referências. Ao entender seu público-alvo, é possível identificar oportunidades com antecedência e criar uma vantagem competitiva no mercado.

Na elaboração dessa estratégia, a partir do capital para investimento disponível, definem-se os tipos de produtos a serem ofertados, formas de entrega (Correios, transportadora), estratégia de marketing e vendas, fornecedores ou produção própria, estoque, entre outros.

Regularize sua loja virtual

Para emitir nota fiscal e passar mais credibilidade aos clientes, regularize sua loja virtual como pessoa jurídica, registrando um CNPJ. Para quem está começando, um bom caminho é ser Microempreendedor Individual, o famoso MEI. A taxa mensal é fixa e com um valor mais baixo, e ainda permite a contratação de 1 empregado.

Conheça como o Código de Defesa do Consumidor é aplicado na relação de consumo em lojas virtuais, bem como toda a legislação vigente sobre e-commerce nos locais onde for vender seus produtos.

Verifique também o registro do seu domínio e, se for o caso, pode registrar a patente do seu produto, caso seja algo inédito. O registro do domínio é importante para evitar homônimo ou até mesmo problemas judiciais.

Escolha uma plataforma

A seleção da plataforma é um passo que exige bastante análise para uma escolha com qualidade e a segurança que o seu cliente precisa. A plataforma e-commerce nada mais é do que o site que vai dar a possibilidade de você ter a base do seu negócio no digital. 

Dessa forma, os seus consumidores vão conseguir visualizar seus produtos, cadastrar seus dados e realizar o pagamento, passando por todas as etapas do funil de vendas. No mercado, é possível encontrar várias opções diferentes. Cabe ao empreendedor avaliar qual se encaixa melhor às suas necessidades de suporte, custo-benefício, soluções de pagamento, frete e aplicações de descontos.

Domínio do site

Outro passo importante é escolher o domínio do seu site na web. O famoso “www” deve ser reconhecível e claro na cabeça dos usuários. Para isso, você pode contar com a infraestrutura oferecida pelo fornecedor escolhido ou criar um apontamento DNS, pois quando o seu domínio for digitado na barra de endereço, ele será encontrado com o conteúdo da sua loja virtual. 

Para uma boa escolha de plataforma e gestão de vendas, considere: suporte, estabilidade, painel de controle e custo-benefício, check out simplificado, layout amigável para mobile e web, além de bom rankeamento SEO nos buscadores, como o Google.

Experiência do usuário

Analise também a experiência do usuário dentro da plataforma. É necessária uma boa navegabilidade para que o possível cliente avance nos estágios de compra até a finalização da venda. Verifique como funcionam as integrações, como: pagamento, logística, marketplace e outras funcionalidades que devem estar interligadas.  

Defina o meio de pagamento que será usado 

A plataforma escolhida pode vir já com as formas de pagamento disponíveis. Mas é importante selecionar qual o meio de pagamento será ofertado para seus clientes. As opções mais comuns são: cartão de crédito ou débito, boleto bancário ou PIX. Dependendo do plano de negócio, podem ser oferecidas também: dinheiro na entrega, cheque, dotz, bitcoins, milhas, entre outros.

Esse processo de pagamento deve ser rápido e prático e não exigir um longo cadastro para evitar que o cliente abandone o carrinho e desista da compra. Consumidores digitais querem agilidade e têm pouca paciência para processos longos de vendas.

Para um processo mais rápido, use um gateway de pagamento integrado à sua loja virtual. O gateway transmite mais segurança com a criptografia de dados, protegendo as informações pessoais dos clientes contra roubos ou fraudes. Não é preciso escolher somente um, pode-se ter vários gateways para atender as necessidades e dar comodidade a seus consumidores.

Avalie o meio de entrega dos produtos

Planeje como será feita a entrega de seus produtos, seja por Correios, transportadora ou afins. É necessário pensar em toda a jornada de entrega, desde a confirmação do pedido e pagamento pelo cliente, passando pelo envio do produto até o pós-venda, caso seja necessário o cancelamento, a troca ou a devolução.

Um frete grátis ainda atrai muitos clientes. Em épocas que a inflação aumenta a taxa de frete, ter um cupom de desconto ou tirar o frete a partir de um valor mínimo de compras pode aumentar as vendas.

Fornecedores

Avalie bem os fornecedores que participarão do processo de entrega dos seus produtos. Inclusive as embalagens dos produtos e os cuidados no transporte e manuseio para que a mercadoria chegue intacta no local de destino.

Um bom fornecedor terá cuidados no transporte para evitar que o produto se danifique no caminho até o endereço do cliente.

Uma entrega rápida é um diferencial em um mercado competitivo. Lembrando que o cliente tem até 7 dias após o recebimento do produto para desistir da compra e receber o dinheiro de volta. Por isso, a qualidade deve ser pensada em todas as etapas da jornada do cliente.

Logística

Para entregas rápidas, planeje a logística de sua loja virtual, o que inclui a gestão do estoque e a escolha de rotas pensadas estrategicamente para reduzir custos e tempo de chegada dos produtos para os clientes.

Na escolha das rotas ou roteirização são analisadas condições de estradas, trânsito e semáforos, tempo de deslocamento e todos os custos envolvidos: combustível, manutenção dos veículos, pedágios e outros.

Abra sua loja virtual e invista na divulgação de sua marca

Você aprendeu como abrir uma loja online e os principais passos para ter um bom site e expandir suas vendas. Agora é preciso abrir sua empresa e investir em marketing para divulgação do seu negócio, usando anúncios em redes sociais e mecanismos de busca como o Google.

Comece com o registro do CNPJ e todas as medidas legais necessárias. Depois, de acordo com o plano de negócios, siga todas as etapas para alavancar os resultados da sua loja virtual.

Para te auxiliar em como abrir uma empresa, preparamos um passo a passo para tirar todas as suas dúvidas! Acesse o Blog da Omie e confira!

 

banner cta empreendedor

Compartilhe este post
Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp
Conteúdos relacionados
planejamento tributário
As obrigações fiscais têm pesado no bolso da sua empresa? O planejamento tributário é uma forma de otimização de custos
DASN Simei: homem com celular e notas

MEI

Aprenda como declarar e evite multas e juros pelo não envio das informações corretas.
Quanto custa abrir uma empresa
Desvende os custos de abrir uma empresa em 2024. Conheça taxas indispensáveis e inicie seu negócio com segurança!